Guamá Tratamento diz que não há perigo de vazamento de rejeitos

    A Guamá Tratamento de Resíduos informou que utiliza critérios construtivos de engenharia de modo a garantir a segurança ambiental e a qualidade das águas subterrâneas, superficiais e solo, seguindo padrões da legislação e normas específicas. Periodicamente, a Guamá Tratamento de Resíduos realiza o monitoramento e análise ambiental de água superficial e subterrânea em laboratórios acreditados pelo Inmetro e reavaliados – anteriormente pela Universidade Federal do Pará e pela Universidade Federal da Bahia – e não foi identificada qualquer alteração de qualidade.

    Portanto, segundo a empresa, até o momento, não há nada que possa imputar à empresa danos à saúde da população local. A empresa implementa um plano de monitoramento sistemático para aferição frequente da qualidade dos recursos hídricos. Periodicamente, é realizado o acompanhamento das flutuações do nível freático do aquífero e medições da qualidade das águas subterrâneas no empreendimento.

    A Guamá entende que as comunidades mencionadas como analisadas pelo estudo não estão na área de influência do Aterro Sanitário nem de particulados nem de água subterrânea. No caso dos particulados, a predominância dos ventos é sudoeste, ou seja, no sentido contrário à comunidade. No caso das águas, o mapa potenciométrico, o qual demonstra o fluxo das águas subterrâneas no aquífero livre, ocorre para as direções sul e sudeste, ou seja, sentido contrário às comunidades, pois elas estão à montante do fluxo das águas subterrâneas em relação ao aterro (seguem anexos que comprovam as informações).

    O monitoramento da água está previsto no licenciamento e a empresa realiza com frequência trimestral e entrega anual para a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), órgão fiscalizador.

    COMPARTILHAR