Guamá Tratamento de Resíduos divulga nota sobre acordos do aterro sanitário com prefeituras

    Belém: As negociações para acordar um valor que viabilizasse a operação do aterro sanitário da Região Metropolitana de Belém iniciaram em 2015 entre a Unidade de Valorização Sustentável (UVS) Guamá Tratamento de Resíduos, que gerencia o aterro sanitário, e a Prefeitura de Belém.

    Na época, foi acordada uma proposta financeira alternativa no valor de R$ 60,00  em caráter excepcional e temporário, por um período de seis meses, contando desde o início da operação. A proposta alternativa foi uma forma de possibilitar às prefeituras adequarem seus orçamentos à prestação do serviço de tratamento de resíduos , já que, antes, utilizavam o Lixão do Aurá e praticamente não havia custo por não atender qualquer controle ambiental.

    Em 2015, a prefeitura precisava atender a legislação que obrigava o fechamento dos lixões, considerando orçamento para o novo modelo de destinação final: aterro sanitário. Assim, depois do prazo de seis meses, segundo acordado entre as partes, o valor seria de  R$ 92,00. Este seria o preço original cobrado pela empresa para manter o tratamento adequado dos resíduos e possibilitar os investimentos para manutenção técnica e ambiental do aterro (ofício completo em anexo).

    Ananindeua: As negociações de Ananindeua sempre acompanharam as de Belém. Hoje, a prefeitura  deve 10 meses pela prestação dos serviços do aterro sanitário. Os pagamentos em atraso são referentes a dois meses ainda do ano de 2017 e oito meses do exercício de 2018.

    Marituba: Foi firmado um contrato com isenção da cobrança . O contrato extinguiu no final de 2016 e não foi renovado.

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