Cruzamento entre humanos e animais gera revolta e levanta polêmica em fotos assustadoras

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“Pesquisadores criaram e usaram modelos animais contendo células humanas por décadas para obter informações valiosas na biologia humana e no desenvolvimento de doenças. Por exemplo, as células cancerígenas humanas são rotineiramente cultivas em ratos para estudar os processos do câncer e avaliar potenciais estratégias de tratamento”, é o que diz Carrie em declaração.

Mesmo assim, para os críticos a situação é completamente diferente. O processo do INS seria injetar células-tronco humanas em embriões animais em uma fase muito precoce, o que significaria que as células humanas poderiam teoricamente contribuir no desenvolvimento do animal. Assim, o animal se tornaria algo meio humano e meio animal. É por essa razão específica que os críticos são totalmente contra esse estudo.


De qualquer forma, nem todos parecem concordar com eles. Alguns, como o diretor da Universidade Columbia, mestre do programa de bioética, Robert Klitzman, inclusive já defenderam a pesquisa já que poderia ajudar a curar milhares de pessoas com doenças. Mas ele sente que deveria ter um comité forte e independente no estudo para prevenir quaisquer abusos dos pesquisadores. 
“Se nós queremos fazer uma pesquisa sobre a esquizofrenia e o Alzheimer e depressão, nós não podemos prontamente pegar células cerebrais humanas com essas doenças, porque não podemos abrir cérebros humanos enquanto as pessoas estão vivas.

Ao que adiciona: “Nós precisamos ser cautelosos com as células cerebrais humanas. O que não queremos é um camundongo ou um chimpanzé que de repente tem qualidades humanas, porque moralmente isso cria um grande número de problemas”, diz ele.

Brasil Universo Digital

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